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Sustentabilidade

Que a água é vital para nossa sobrevivência não é novidade para ninguém. Porém, mesmo sabendo disso, cada brasileiro consome em média 185 litros de água por dia e cerca da metade da população desperdiça água em seus afazeres domésticos.

Pensando nisso, a lavagem ecológica de carros surgiu como alternativa à lavagem tradicional de veículos. Associada à preocupação ambiental, à praticidade e a conveniência também contribuíram para a disseminação desse conceito.
Apesar de usar determinada quantidade de água na maioria dos casos, a lavagem ecológica prega pelo baixo consumo dela.

Assim, pneus e partes externas dos automóveis em vinil são limpos com produtos que não necessitam de água para o enxágue. Já para a limpeza dos vidros são usados produtos que evitam manchas.
A parte interna dos veículos é aspirada e higienizada com produtos biodegradáveis, que não prejudicam o meio ambiente. Além disso, a sujeira não é esfregada contra a lataria dos automóveis, o que evita riscos na pintura.
O custo da lavagem ecológica é equivalente ao da limpeza convencional, mas cerca de 300 litros de água são deixados de ir para a rede de esgoto sem necessidade. No Brasil, existe uma franquia que utiliza apenas um copo de água para lavar o veículo todo.
Porém, vale ressaltar que durante o processo de limpeza, algumas empresas substituem o consumo de qualquer quantidade de água por cera de carnaúba.


Curiosidades

A lavagem ecológica foi inventada pelo químico Lúcio Pereira em 1990. A ideia surgiu após ele levar uma multa da síndica do prédio em que morava por lavar o carro na garagem. Assim, ele descobriu um produto não tóxico que retirava a sujeira com eficiência dos veículos.
Após se juntar a um amigo e conseguir incentivo financeiro de dois empresários, Lúcio fundou a primeira empresa de lavagem ecológica de carros no país.